segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Um coração...

Um coração.
Macio, liso, sem cicatrizes. Novo.
Ao alcance de todos que quisessem tocar.
Ele podia mudar de cor, e essa cor estar visível pra todos os interessados nesse coração.
Teria horas em que ele seria colorido, estampado com cores vivas e psicodélicas. E outras que ele estaria cinza, ou nude, neutro e pensativo. Mas mesmo assim seria um coração virgem, sem ressentimentos, tristezas e nem saudades.

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